• Pro Corpore Studio Pilates

    Perceber, conhecer, respeitar e amar o próprio corpo: a equipe Pro Corpore é altamente especializada em condicionamento físico, reabilitação e conscientização corporal. Tudo isso em um ambiente tranqüilo, equipado e planejado para o seu bem-estar.

  • Mat e pilates com aparelhos

    A equipe Pro Corpore trabalha com ambas as versões oficiais do método. Além do completo estúdio de aparelhos, são ministrados treinos de mat pilates: trabalho de solo com ampla gama de acessórios como bolas, magic circle, foam roller e thera band, que confere força e grande vigor físico.

  • Treinos específicos para pessoas de todas as idades e condições variadas

    O treino é individualizado, próprio para atender homens e mulheres de todas as idades e condições variadas, desde sedentários até atletas e bailarinos; além de programas especialmente desenvolvidos para idosos e gestantes.

  • Qualidade de vida

    Os programas trazem ganhos que vão muito além do desejado vigor físico, abrangendo uma lista extensa de benefícios promotores de alta qualidade de vida. As aulas são individuais ou em duplas, propiciando uma orientação personalizada
    e com privacidade.

  • Mens sana in corpore sano

    Para a equipe Pro Corpore o aprimoramento, equilíbrio, conhecimento, consciência e harmonia são fundamentais para a promoção da saúde plena. Queremos compartilhar tudo isso com você!

18 fevereiro 2011

Pilates: cuidados e atenção na prática são fundamentais

Há poucos anos atrás, pouca gente imaginava o que era pilates. Ao deparar com as camas altas articuladas por molas, desavisados poderiam supor que entravam em réplicas de salas de tortura. Hoje, de pequenos estúdios a grandes academias, o método criado pelo alemão Joseph Pilates está em toda parte, respondendo à demanda de uma legião de praticantes interessados nos benefícios alardeados pela imprensa e pelo boca a boca.

Infelizmente, além de profissionais bem formados, a explosão do pilates deu espaço, também, para pessoas que viram no método apenas um bom filão e, sem a devida capacitação, acabam expondo os alunos a sérios riscos para a saúde. Um trabalho mal orientado pode gerar lesões gravíssimas. Pilates não é malhação e exige um trabalho de conscientização corporal muito sério.

A prática une movimentos de solo e nos aparelhos, em que força e flexibilidade são exercitadas simultaneamente. O foco mais intenso do trabalho é o fortalecimento do tronco e do abdome, centro do corpo. Entre os principais efeitos do método estão o ganho de força muscular, o alongamento e a flexibilidade. A prática também traz excelentes resultados na recuperação de movimentos de pessoas com problemas de coluna ou alívio para lesões musculares, por exemplo.

Bem feito, o pilates é o céu. Mas também pode ser o inferno, já que os danos possíveis são inúmeros. Para evitar que o aluno se machuque, é fundamental um minucioso alinhamento postural a cada movimento.

Para evitar este tipo de mau uso, que pode pôr em xeque a credibilidade da técnica, grupos começam a se organizar para exigir capacitação e assegurar fiscalização dos pequenos espaços que pipocam a cada dia pelo país. A intenção é mapear os estúdios e avaliar os certificados de pilates existentes no Brasil, priorizando aqueles com amparo de instituições internacionais. No Rio, em São Paulo e em Salvador, estão em vias de legalização as primeiras associações locais de professores de pilates. A falta de qualquer regulamentação da técnica até agora vem gerando uma verdadeira guerra política entre conselhos de classe. Alguns Conselhos Regionais de Educação Física, como o da Bahia, já começaram a fiscalizar estúdios, com o objetivo de multar locais que não tenham um professor de educação física responsável. Entendemos que, entre outras coisas, o método busca o condicionamento físico e, como tal, precisa ser orientado por um profissional da educação física, diz Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física (Confef). A técnica trabalha numa área de interseção entre a educação física e a fisioterapia, e foi popularizada no mundo, e também no Brasil por bailarinos, rebate a vice-presidente do Conselho Federal de Fisioterapia, Ana Cristina Brasil. Esta semana, profissionais de formações variadas, como fisioterapia e dança, que fizeram especialização na técnica e querem ver assegurado seu direito de trabalhar com ela, tiveram uma vitória importante: a Comissão de Educação da Câmara aprovou projeto que exclui do âmbito de fiscalização do Confef os profissionais de dança, artes marciais, ioga, capoeira e pilates. Existem vários tipos de pilates, com objetivos como consciência corporal, condicionamento físico e reabilitação. Mas não há como separar totalmente onde acaba uma coisa e começa outra, o que muda é a ênfase.

Pratique com segurança:



· Descubra se seu professor é habilitado para dar aulas de pilates

· Observe se as turmas são pequenas – a atenção durante a prática deve ser quase individual

· Relate qualquer problema de saúde para seu professor

· Se você sofre da coluna, procure orientação médica antes de iniciar a prática

· Vá com calma no começo. Respeite seus limites

· Fique atento ao seu corpo. Na dúvida, pare


Fonte: Adaptado de Jornal do Brasil – Suplemento Vida


Danilo Lapa - Instrutor de Pilates, Pro Corpore Studio Pilates

13 fevereiro 2011

Deficiência de vitamina D e hipertensão


Deficiência de vitamina D em mulheres na pré-menopausa pode aumentar o risco de desenvolver hipertensão, segundo pesquisa apresentada na 63ª Conferência de Pesquisa em Pressão Alta da Associação Norte-Americana do Coração.
Os pesquisadores examinaram mulheres registradas no Estudo de Metabolismo e Saúde Óssea de Michigan e analisaram dados de outras 559 mulheres caucasianas que vivem na cidade de Tecumseh, no mesmo estado. O estudo começou em 1992, quando o grupo de mulheres tinha idade média de 38 anos.
Os pesquisadores tomaram leituras da pressão sanguínea anualmente durante o estudo. A pressão sistólica é a pressão do sangue nos vasos quando o coração bate. E, os níveis de vitamina D no sangue foram medidos em 1993.
Segundo a pesquisa, as mulheres em pré-menopausa que tinham deficiência de vitamina D em 1993 apresentaram risco três vezes maior de desenvolver hipertensão arterial sistólica 15 anos depois, em comparação com aquelas que tinham níveis normais.
“O estudo se diferencia de outros porque olhamos em um período de 15 anos, ou seja, foi feito um acompanhamento muito mais longo do que na maioria dos trabalhos. Os resultados indicam que a deficiência inicial de vitamina D pode aumentar o risco de longo prazo de pressão alta em mulheres de meia-idade”, disse Flojaune Griffin, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan, principal autora do estudo.
Na fase inicial da pesquisa, 2% das mulheres tinham sido diagnosticadas ou eram tratadas para hipertensão e 4% tinham hipertensão não diagnosticada – definida como 140 milímetros de mercúrio (mmHg) ou mais. Mas 15 anos depois foi observada uma diferença significativa: 19% das mulheres tinham sido diagnosticadas ou estavam sendo tratadas para a hipertensão e 6% tinham o problema ainda não diagnosticado.
Os pesquisadores controlaram as variáveis para idade, massa gorda, uso de medicação anti-hipertensiva e tabagismo.
Os pesquisadores determinaram a taxa da vitamina D por meio da medição das concentrações de 25-hidroxivitamina D [25(OH)D] no sangue. Produzida pelo fígado e também conhecida como calcidiol, a 25(OH)D é o mais abundante metabólito circulante da vitamina D. O teste de 25(OH)D é o mais usado para determinar a deficiência desta vitamina.
Para deficiência de vitamina D, o estudo tomou como base valores inferiores a 80 nanomoles por litro. Os autores apontam que há atualmente, especialmente entre mulheres, uma deficiência generalizada da vitamina D. O motivo principal é que muitas mulheres não têm se exposto o suficiente à luz solar – a vitamina D é sintetizada na pele por meio da ação dos raios ultravioleta.
A vitamina D também pode ser ingerida em suplementos, mas não há um consenso, apontam os responsáveis pelo estudo, a respeito de qual seria a dose ideal. Alguns pesquisadores apontam que a quantidade recomendada atualmente, de 400 a 600 unidades internacionais (UI), seria muito pouco.

Por Agência FAPESP em 9/10/2009
http://www.agencia.fapesp.br:80/materia/11198/deficiencia-de-vitamina-d-e-hipertensao.htm

11 fevereiro 2011

Pilates para Skatistas. Por que praticar?

Tipicamente praticado pelos jovens, o Skate é uma modalidade que exige forma e flexibilidade para executar manobras super técnicas e de alto impacto. Logo, um bom condicionamento físico torna-se um aspecto obrigatório para quem quer ser um bom skatista. O Pilates pode ajudar nesta tarefa.

O Skate é um esporte que exige muito do atleta. Por isso, Rafael Russo (27), skatista profissional há 10 anos, começou a praticar Pilates: ele sentia necessidade de fortalecer a musculatura e de ter um corpo mais alongado. “Até na hora de realizar as manobras, sinto mais facilidade por estar alongado. A musculação te dá força, mas te deixa rígido e como skate exige muita mobilidade, o Pilates ajuda bastante por que dá mais elasticidade”, completa.

Através do alinhamento postural, o método Pilates fortalece o core, a coluna e a região pélvica, o que faz com que estas regiões não fiquem sobrecarregadas durante a execução das manobras mais complexas, por conta da estabilização da pelve.

Fonte: Internet


Com o trabalho de tonificação muscular é possível melhorar a contração isométrica (ação muscular na qual não ocorre mudança no comprimento do músculo) no momento em que é executada a manobra, desde o agachamento para o Ollie-Air (ultrapassagem de obstáculos elevados) e suas variações, até o final da manobra, quando é preciso reequilibrar o corpo sobre o skate, trabalhando assim a musculatura e também diminuindo o impacto na coluna e nas articulações.

Fonte: http://metodistadosul.tempsite.ws, http://skatesaude.blogspot.com

07 fevereiro 2011

Exercício pode minimizar a síndrome metabólica?


A síndrome metabólica é o resultado de um processo que pode ser gerado pela obesidade. Você já deve ter ouvido falar que uma pessoa que tenha uma barriga saliente ou cintura com circunferência acima de "tantos" centímetros pode ter um risco maior de infarto ou outros problemas de saúde.
E realmente isto pode ocorrer.
Pessoas que apresentam três ou mais dos fatores relacionados abaixo, podem ser consideradas como portadores de síndrome metabólica:
•Obesidade abdominal, medida ao nível médio do abdômem: cintura > 102 cm em homens e > 88 cm em mulheres;
•Hipertrigliceridemia: > 150 mg/dL
•HDL colesterol: <> 130/85 mmHg;
•Glicemia de jejum: > 110 mg/dL (recentemente, a Associação Americana de Diabetes sugeriu que os valores de normalidade para glicemia de jejum fossem reduzidos para, no máximo, 99 mg/dL, sendo possível que esse critério seja adotado também para síndrome metabólica em um próximo consenso da ATP III).
A síndrome metabólica atinge aproximadamente de 50% das pessoas com mais de 60 anos, 85% dos diabéticos e 40% a 50% dos cardíacos.

O que a síndrome pode causar?

Os ácidos graxos presentes na adiposidade da barriga se transformam em triglicérides. Estes reagem com o HDL-c (bom colesterol), fragmentando suas moléculas e perdendo o seu poder de proteção cardiovascular. Os triglicérides potencializam o perigo do LDL-c (mau colesterol) ajudando na formação da aterosclerose, que são placas de gordura que entopem as artérias e podem levar ao infarto ou à morte cardíaca.

O fígado também é atingido pela grande quantidade de ácidos graxos na circulação, prejudicando a atuação de insulina, podendo levar ao diabetes. Neste processo pode haver um aumento da insulina, elevação da pressão arterial e até um AVC (acidente vascular cerebral).

Uma forma de combater o problema ou mesmo de evitá-lo é mudar o estilo de vida, fazendo dieta e exercícios físicos regularmente.

Insista nos exercícios fazendo:
•Exercícios aeróbios (caminhadas, bicicleta, natação, hidroginástica etc...) de 5x a 6x por semana por 30 minutos;

•Exercícios com pesos 3x por semana e

•Alongamentos antes e depois dos exercícios.

Por:
Valéria Alvin Igayara de Souza
CREF 7075/ GSP - Especialista em treinamento.

04 fevereiro 2011

Mat Pilates tonifica, fortalece e alonga os músculos


A prática do pilates tem crescido em ritmo acelerado nos últimos anos. A técnica praticada nos estúdios, com o uso de aparelhos, está cada vez mais difundida, seja como exercício físico ou na recuperação de lesões. Mas há uma variação do método, tão eficaz quanto aquela, ainda sem tanta divulgação na mídia: o Mat Pilates. Nesta versão da técnica, os movimentos são executados no chão, valendo-se do peso do próprio corpo e da força da gravidade.

Nessa modalidade, conforme explica Tânia Mara Tiveron Borges, instrutora da técnica, o treinamento tem o mesmo princípio do método tradicional. A única diferença é que no Mat Pilates não se utilizam os aparelhos (caddilac, reformer, chair e ladder barrel), mas os exercícios podem ser realizados com a ajuda de acessórios, como bolas, faixas e pesos.

Com a técnica, os músculos são trabalhados duplamente, sendo tonificados e alongados ao mesmo tempo. Assim, os praticantes conseguem diversos benefícios com as aulas.
A primeira vantagem obtida com as sessões e a mais importante delas é o encontro do aluno com o seu próprio “eixo”, ou seja, com seu centro de equilíbrio. “No dia a dia, as pessoas saem muito desse centro, descompensando o corpo. A pessoa começa a se ‘entortar’ e fica pendente para um lado, o que acaba sobrecarregando mais os músculos de um lado do corpo, e a coluna, por si só, entorta”, relata a professora. Ela acrescenta que é desse processo que surgem as pequenas dores, como na lombar, no pé e no joelho.

Com a estabilização do corpo do praticante já nas primeiras semanas do treinamento, aparecem os benefícios, que são, além do alívio das dores, melhora no sono, no nível de estresse, na condição respiratória, bem como avanço no aspecto neurológico, quais sejam concentração e equilíbrio.
De outro lado, em longo prazo (em média, a partir de dois meses da prática do Mat Pilates), a instrutora garante que o praticante obtém ainda conquistas estéticas, como definição de silhueta e abdômen, e melhora de celulite. “Ao trabalhar conjuntamente alongamento e tônus, os músculos ficam definidos e equilibrados, sem aumento de volume”, ressalta.

O trabalho de Mat Pilates pode ser direcionado para todas as idades, desde crianças a partir de sete anos até mesmo pela turminha da terceira idade, porque os exercícios são suaves e realizados sem impacto. “É um exercício muito bom para os idosos, porque oferece, além de maior agilidade, benefícios nas articulações (em caso de artrose) e proteção da estrutura óssea”, informa Tânia.
Além disso, a professora conta que os exercícios trabalham os músculos, mas não levam o aluno à exaustão. “Enquanto em uma aula convencional deve-se praticar três séries de 30, com o Mat Pilates, é uma série de 10. São praticadas menos repetições, mas com mais consciência, com mais perfeição”, destaca.

Fonte:www.jmonline.com.br

17 janeiro 2011

Pilates: movimento para nossa saúde articular


A base de nossa estrutura corporal são nossos ossos e o que permite a execução de movimentos são as conexões entre eles. As regiões onde dois ossos se conectam são chamadas juntas ou articulações.
Sílvia Gomes, educadora física e especialista em Biomecânica, explica:
“Essas regiões de contato são envolvidas por uma cápsula articular e ligamentos que as mantém coesas. Os ligamentos e a forma da articulação decidem qual será seu potencial de mobilidade.
A extremidade dos ossos é recoberta por cartilagem, um material lubrificado resistente à pressão. Entre essas superfícies que se conectam, forma-se a cápsula que é internamente banhada pelo líquido sinovial. A cartilagem e a sinóvia garantem que o deslizamento entre os ossos seja praticamente livre de atrito.
Quando sentimos nossas articulações rígidas geralmente não é devido propriamente ao seu estado, mas à rigidez / encurtamento de nossos músculos.”
As articulações podem se tornar inflexíveis por decorrência de doenças, como o reumatismo ou a artrite. E nestes casos, o Pilates pode ajudar não só proporcionando alívio, como excelente coadjuvante no tratamento preventivo.
“É importante que utilizemos várias possibilidades de movimento procurando explorar situações que não são comuns no nosso cotidiano, utilizando grandes amplitudes de movimento”, afirma Sílvia.
Por isso a importância de incluirmos em nossa rotina as atividades físicas para que alimentemos nosso corpo também com “movimento”. A prática de Pilates é perfeita para isso, com movimentos suaves, porém profundos, respeitando o limite de cada indivíduo.

Fonte: Revista Pilates

12 janeiro 2011

Mais exercícios, menos remédios

Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito.
A conclusão é de Leonardo José da Silva, no trabalho de mestrado "Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família", realizado na Universidade Federal de São Paulo com bolsa da FAPESP.
Silva acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.
“Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine", disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo.
Os resultados do estudo de Silva foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá.
Silva contou com uma parceria entre a Unifesp e o Centro de Estudos de Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. "Trata-se de uma população pequena e estável, o que facilita o acompanhamento dos participantes durante prazos mais longos", disse.
As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas freqüentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé.
O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.
Segundo Guiomar, os resultados do estudo poderão subsidiar políticas públicas que incentivem a atividade física visando à prevenção e controle das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, reduzindo despesas com medicações e internações.
“Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento", disse a orientadora.
A relação causa e efeito entre atividade física e consumo de medicamentos ainda está sendo estudada. A redução dos níveis de pressão arterial proporcionada pela atividade física é uma das hipóteses levantadas pelo estudo de Silva, uma vez que a doença é uma das mais comuns entre a população idosa, estando presente em mais da metade das pessoas acima de 60 anos.
O diabetes, com prevalência de 25% entre idosos, é outra enfermidade afetada pelo nível de atividade física. "Há estudos indicando que exercícios respiratórios aumentam a sensibilidade do organismo à insulina", comentou a professora da Unifesp.
O efeito é importante para as pessoas em cujos organismos a insulina não atua de maneira eficiente. "A resistência à insulina tem alta prevalência na população idosa e se caracteriza pela menor resposta à insulina, com aumento discreto da glicemia e da insulinemia. Estes fatores juntos contribuem para a obesidade e o aumento do risco de doenças cardiovasculares", disse.
As mulheres são as que mais se beneficiam da prática de atividades físicas, no caso levantado em São Caetano do Sul. Guiomar conta que a pesquisa se restringiu ao público feminino porque ele representa a grande maioria dos participantes do programa.
A professora ressalta que não são completamente conhecidas as razões que levam a menor participação masculina nessas atividades. "Sabemos que a mulher tem expectativa de vida um pouco maior do que a do homem, aumentando a freqüência de mulheres viúvas e sozinhas, porém esse fato não explica a absoluta ausência masculina", disse.
Segundo Silva, o estudo destaca o fortalecimento da medicina preventiva, área que se encontra em crescimento e tem laços com a educação física. "A prescrição de medicamentos ainda é preponderante na prática médica. Podemos diminuir esse consumo de remédios com métodos de prevenção baratos e simples como a atividade física", sugeriu.

Fonte: AGENCIA FAPESP

04 janeiro 2011

PAZ



"Toda a compreensão que temos dos outros deriva de nós mesmos. Quando nos identificamos com alguém e podemos aceitar sua forma de ser, significa que encontramos em nós mesmos elementos semelhantes ao outro.
Identificamo-nos com os outros quando entendemos existir em nós as mesmas limitações, angústias e ansiedades que experimentam. Por esta razão, para que este mundo seja mais tolerante é fundamental que as pessoas se conheçam mais.
O autoconhecimento é um dos movimentos políticos menos reconhecidos e computados nas análises das forças que transformam este mundo.
A paz só é possível entre pessoas que se conhecem."

Rabino Nilton Bonder
http://www.niltonbonder.com/port/port.htm
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